As mãos percorrendo os sentidos
Passando por limites além da imaginação
Pele fervendo ao toque
Fluídos avançam no sentido do querer
A boca mordendo a pele d’outro
Suas coxas roçando no calor daquele momento.
Suor exalando desejo
Dedos pressionam e deslizam em curvas
Que levam a um único caminho: do querer.
Línguas se confundem num bale excitante.
Palavras absurdas ao ouvido
Sussurradas num murmúrio arrepiante.
Sentindo todo o peso sobre si
Daqueles corpos banhados em prazer.
Aos gemidos do não querer, enlouquecido
Com a contrariedade do fazer.
Por que não? Porque sim.
Ali, nada mais importa!
Priscila
02/06/2011
