sábado, 1 de junho de 2013

FÊNIX


Adormecida pela eternidade infinita
A sonhar com encantos, magia.
Sussurrava gemidos, aflita.
A pensar que jamais poderia
Temia por não mais acordar.

Mas que da fúria desejosa de viver,
Bate em seu peito latente o despertar.
Desperta o imenso poder,
Da chama ardente a gritar.

Acorda vontade bendita
Guerreira da febre bandida
Poe teu sangue latente ferida
A abrandar a lacuna perdida.

Acorda e inspira tua vida!

Priscila
01/06/2013

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