
O vento forte soprava-lhe os cabelos no rosto, observava as ondas do mar que batiam nas pedras abaixo dela, seus pensamentos voavam livremente.
Lembrava-se dos momentos marcantes que tivera antes, ao lado dele. Suspira inconsciente.
Será que se repetiriam? Talvez não, era loucura! Mas foram muito bons. A vontade permanecia.
Seu corpo ainda vibrava à mesma sintonia da noite anterior, podia senti-lo, cada toque, cada beijo, cada carícia. E o cheiro que ainda se confundia com o dela, tudo estava muito presente, ele ainda estava ali, nela.
De um lado a razão gritava-lhe aos ouvidos: pare!
De outro, dizia-lhe as sensações que percorriam seu corpo estranhamente: siga e divirta-se!
Estava confusa. Não sabia em que direção seguir.
Observou então a natureza, e viu exatamente como se comportava, percebeu como o vento ditava a intensidade das ondas do mar, que se agitavam e acalmavam-se na mesma proporção dele, elas simplesmente deixavam-se conduzir, livres ao ritmo do vento.
Percebeu também que mesmo deixando-se conduzir, as ondas tinham um limite determinado pelas pedras, somente quando a intensidade do vento era maior mais forte, as ondas eram capazes de superar este limite e assim continuar o seu percurso entre elas.
Entendeu nesse momento que sua vida estava seguindo como as ondas do mar deixavam-se conduzir até encontrar o limite da razão, pedras, e quanto mais se permitia conduzir, mais ultrapassava este limite.
Priscila
17/08/2009
Lembrava-se dos momentos marcantes que tivera antes, ao lado dele. Suspira inconsciente.
Será que se repetiriam? Talvez não, era loucura! Mas foram muito bons. A vontade permanecia.
Seu corpo ainda vibrava à mesma sintonia da noite anterior, podia senti-lo, cada toque, cada beijo, cada carícia. E o cheiro que ainda se confundia com o dela, tudo estava muito presente, ele ainda estava ali, nela.
De um lado a razão gritava-lhe aos ouvidos: pare!
De outro, dizia-lhe as sensações que percorriam seu corpo estranhamente: siga e divirta-se!
Estava confusa. Não sabia em que direção seguir.
Observou então a natureza, e viu exatamente como se comportava, percebeu como o vento ditava a intensidade das ondas do mar, que se agitavam e acalmavam-se na mesma proporção dele, elas simplesmente deixavam-se conduzir, livres ao ritmo do vento.
Percebeu também que mesmo deixando-se conduzir, as ondas tinham um limite determinado pelas pedras, somente quando a intensidade do vento era maior mais forte, as ondas eram capazes de superar este limite e assim continuar o seu percurso entre elas.
Entendeu nesse momento que sua vida estava seguindo como as ondas do mar deixavam-se conduzir até encontrar o limite da razão, pedras, e quanto mais se permitia conduzir, mais ultrapassava este limite.
Priscila
17/08/2009
Primeiro comentario nha nha nha nha
ResponderExcluirFala maninha bem vinda ao mundo dos blogueiros
Beijinhos
Tiago
Nossa !!! que legal entendi muito bem as entrelinhas que este texto quis passar. Fiquei enlouquecido. vixe !!!! parabéns.
ResponderExcluirTe amo!!!
Caco